sexta-feira, 2 de julho de 2010

Dia 28 de Junho Banca na Faculdade Opet Projeto Interdisciplinar (PI) do Vinho Durigam

Rosângela, Whytaker, Rita , Sandro
Rosângela, Sandro

Dayelle, Rosângela



Carolina,Sandro, Rosângela, Dayelle, Dougla, Carlos, Gustavo, Tiago, Tassiely


A galerinha.....




Carlos,Dayelle, Sandro, Rosângela, Jackson
O grupo Durigan




Galera opet

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A ÁRVORE DOS MEUS AMIGOS

A ÁRVORE DOS MEUS AMIGOS
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz... Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então e chamado de amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés. Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto. Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho.
Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, Prosperidade...
Hoje e Sempre... simplesmente porque: "Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso".

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Imagens do Rio de Janeiro







O Rio de Janeiro continua lindo...



segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Minha Terra.

Em 1681 Garcia Rodrigues Paes, filho do Bandeirante Fernão Dias, descobriu um remanso no no rio Paraíba do Sul.
Sabendo que o local era próximo ao Rio de Janeiro, viu a possibilidade de abrir um novo caminho que aproximasse o Tráfego entre as minas de pedras preciosas (descobertas pelo seu pai ), ao porto do Rio de Janeiro Segundo documentação, em 1682 firma um contrato prometendo abrir “ o mais direito Caminho que pode haver “ entre as minas e o mar, recebendo em troca, pelos serviços, terras e privilegio, desde que descobertas ouro e pedras preciosas.
No ano de 1683, surge a ocupação inicial com a Fazenda de Garcia que deu origem a Cidade.
Quinze anos depois, com a descoberta e exploração do ouro em Minas Gerais, iniciou-se a abertura do "Caminho Novo".
A Fazenda da Parahyba tornando-se local de abastecimento com milho, peixe e caça para a frente de trabalho de índios purís escravizados pelos agregados de Garcia- os curibocas guaianás do Planalto de São Paulo. sendo concluido em 1700, o trecho do caminho entre Paraíba ao Rio de Janeiro, e em 1704 atingiu a Mantiqueira, onde o "Caminho Novo" uniu-se ao já existente que vinha de São Paulo. O guarda mor das Minas - Garcia Rodrigues Paes recebe sesmarias de quase 40 Km x 13Km ao longo do caminho. vindo a falecer em Paraíba do Sul no ano de 1738, Garcia deixa uma das maiores fortunas do Brasil Colonial a seus descendentes - os Paes Lemes, que mantiveram as terras da Fazenda da Parahyba vivendo de arrendamento e recebendo "foros" até 1833 - quando então é elavada a villa da Parahyba do Sul.
Paraiba do Sul, está intimamente ligada a história da Inconfidência. possui na Vila de Sebolas - 3º Destrito os restos mortais de Tiradentes; que por determinação da sentença de morte, foram expostas em frente a Fazenda das Sebollas local onde o Inconfidente pregava a Independência do Brasil.

sábado, 13 de fevereiro de 2010